Comunhão
Não conseguiu mentir o suspiro. Depois gemeu, para ser silêncio ao ler os olhos dele. Tinha abraçado sua cintura com as pernas e lambia as costas tateando o fim da barriga. Beijou atrás da orelha quando ele, boca mordida, deixou o pescoço cair, prazer.
Encontrou seios, tentava beijar o umbigo. Ela queria a testa, o nariz, os cabelos, o grito impossível que não precisava ser grito. Deixou as pernas cederem, se tocavam. Sorria e ele mordeu seu queixo, as mãos grandes de cada lado da barriga puxavam para mais perto. Soltaram-se carinhosos: ela beijava os ombros, agora curvou as costas e chegou, homens, no osso saliente da cintura. Quando ele riu, a barriga contraída ganhou mordida.
Ela apoiou a mão na parede e respiraram juntos. Escorreu o dedo pelos ossos da coluna dela, a unha ela apertou contra a coxa dele, tão próxima. O suor da barriga dele ficou nas costas dela quando os corpos, mais unidos, se separaram.
Escrito por mariana às 15:52
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